A evolução da relojoaria ao longo da história

Três relógios lado a lado sobre uma mesa

A relojoaria não evoluiu numa linha simples do antigo para o melhor. As fontes de energia, o fabrico e os hábitos de uso mudaram, reunindo artesanato, precisão, produção em série e tecnologia digital de novas formas.

1. O que é o movimento de um relógio?

O movimento, também chamado calibre, recebe energia, regula a medição do tempo e aciona ponteiros ou indicadores. A resistência à água, a forma da caixa e a bracelete são características separadas.

2. Relógios de trincheira da Primeira Guerra Mundial

A Primeira Guerra Mundial impulsionou o uso do relógio de pulso entre soldados. Os relógios de trincheira combinavam muitas vezes movimentos de bolso com caixas para o pulso, algarismos claros e, por vezes, uma grelha sobre o vidro; muitos originais não eram estanques.

3. Movimento mecânico automático

Um automático é um movimento mecânico com um rotor que aproveita os movimentos do pulso para dar corda à mola principal. Pode precisar de corda inicial após parar, e continua a exigir acerto e manutenção.

4. Movimento de quartzo

O quartzo utiliza energia elétrica e um oscilador de quartzo para regular o tempo. É geralmente mais preciso e simples no dia a dia do que a mecânica, mas a pilha ou fonte de energia exige atenção adequada ao modelo.

5. O smartwatch como ferramenta ligada

Um smartwatch privilegia informação e interação: alertas, atividade, temporizadores e, nalguns modelos, GPS ou chamadas. Hardware, subscrição, telemóvel e região determinam as funções; dados de saúde não são um diagnóstico sem uma função aprovada para esse fim.

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