Um smartwatch não mede a saúde diretamente. Os sensores recolhem sinais que os algoritmos convertem em estimativas. Compreender o processo ajuda a interpretar os números de forma realista.
1. Medição ótica do pulso
Muitos relógios usam um sensor PPG que ilumina a pele e deteta alterações na luz refletida quando o volume sanguíneo varia. Um algoritmo estima o pulso; movimento, ajuste, contacto, temperatura e características da pele podem afetar a leitura.
2. Movimento e passos
O acelerómetro mede mudanças de movimento e o giroscópio pode acrescentar orientação e rotação. Os algoritmos reconhecem padrões semelhantes a passos ou exercício; movimentos do braço podem ser contados e alguns passos podem escapar, conforme a atividade e a colocação.
3. Posição, distância e ritmo
Alguns relógios têm GPS integrado, outros usam o telemóvel emparelhado. Percurso, distância e ritmo são calculados a partir de pontos de posição; edifícios, árvores, tempo, sinal e poupança de energia podem influenciar o resultado.
4. Como é estimado o sono?
O relógio infere períodos e fases de sono a partir do movimento, pulso e outros sinais disponíveis. São estimativas algorítmicas, não uma medição direta da atividade cerebral nem um substituto de um estudo clínico do sono.
5. Observe tendências, não diagnósticos
A precisão varia com o modelo, corpo, atividade, colocação e software. Use dados de consumo para observar tendências juntamente com o que sente. Sintomas e decisões médicas exigem um profissional e equipamento adequado.
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